Catar lixo é desonra? (Ou o Luxo do Lixo!)

Catadores de lixos reviram lixões, tal qual um parente bem próximo!

Meus internéticos leitores, esta história que vou lhes contar é estranha, mas é, creiam-me, a mais pura expressão da verdade. Passemos, então, aos fatos.

Sempre que via, na TV, alguma matéria jornalística sobre lixões e catadores de lixo, sempre imaginava que vida horrível deveria ser aquela. Extrair míseros trocados da imundície fétida dos restos de consumo  da sociedade dito civilizada(...)!

Por quê e pra quê tanto sofrimento? Por umas parcas migalhas de pão?!...

Este sentimento, esta dúvida, sempre me invadia o coração ao ver aquelas imagens. Terminei, por puro comodismo, a aceitar esta triste realidade.

Mas será, meus caros leitores, que este mesmo lixo, que gera repulsa, seria, também, capaz de gerar milhares de reais?

Acreditem, pode sim! E é sobre esta realidade que vamos tratar aqui.
Vejam vocês: Certa noite, um parente muito querido e próximo, que explora o mercado automotivo, dentre outros interesses, foi assaltado. Melhor dizendo, FURTADO. Arrombaram sua caminhoneta importada e de seu interior surrupiaram uma boa soma em dinheiro, representada, principalmente, por diversas modalidades de títulos de crédito.

A desoras, era grande o seu prejuízo!

Mas a vida traça seus caminhos de maneiras indecifráveis...

Dia seguinte este parente recebe uma ligação de alguém desconhecido que acabara de achar, em um terreno baldio, alguns desses "papéis"!

Imediatamente meu parente vai, com alguns de seus auxiliares, ao dito local.

Dada a ordem a seus acompanhantes, estes começaram a revirar, tal qual os catadores de lixo, todo o terreno. E qual não foi a surpresa? Quase toda aquela pequena fortuna foi, "papel" a "papel" sendo retirada de dentro daquele pequeno lixão!

Centenas de milhares de reais foram recuperados, em poucas horas, como por um milagre divino!

Hoje, meu parente já pode tranquilizar-se mais um pouco. Afinal daquela dinheirama toda, o pouco que faltou não daria, mesmo, nem pra uma farra grande!

Por questões de ética e, principalmente, para preservar sua identidade, não citarei o nome deste parente. Mas cabe, aqui, apenas mais uma observação pessoal: Ah! FDP de sorte!...

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Sobre queijos, vinhos, namorada e prejuízos


Meus internéticos leitores, no momento em que escrevo este post, às 01h25min, de uma morna sexta-feira sem lua, estou tomando um bom vinho e curtindo um belo queijo suíço, em (mais) uma noite insone, mas vocês não têm nada a ver com isso!

Ao fundo, Jorge Vercillo, canta sua musa - E ele gosta disso? - tão mais linda que a Iracema dos lábios de mel, do chatíssimo José de Alencar, que nem DALI, com sua criatividade, ousaria imaginá-la. E vocês continuam não tendo nada a ver com isso.

Uma namorada (im) paciente me serve mais uma taça de vinho e resmunga algo a que não presto atenção. Ela volta ao quarto, onde me espera.

E o que vocês têm a ver com isso?!...

O que importa, na verdade, é a informação que vou lhes passar sobre queijos. Se é que vocês têm alguma coisa a ver com isso e se, sequer, gostam de queijos!

Pois bem, a menos que o vinho me tenha subido à cabeça e eu esteja bêbado (com uma garrafinha, só?) estes queijos suíços são deveras intrigantes. Não obstante os sabores agradáveis, excelentes para acompanhar um bom vinho, eles têm um montão de buracos. E sobre eles eu começo a racionar, profundamente!

Algum barulho, no quarto ao lado da sala onde escrevo, que não percebo ao certo o que é, esvai-se, lentamente. Volto minha atenção ao vinho (mais uma taça, agora servida por mim mesmo) e ao queijo, intrigado.

Vou pesquisar na Internet. Tec, tec, tec... Google. Busca. Tec, tec, tec... Ah, (Como o Google é maravilhoso!...) enfim, achei!

Estes buracos existentes nos queijos, tecnicamente, são chamados de “olhaduras”. (Será que estão olhando para mim?). Tomo outra taça. Agora, o Vercillo já não mais se faz compreender aos meus ouvidos. Outra vez aquele barulho ao lado. Um suspiro profundo, talvez. O que será meus internéticos leitores?

Abro, eu mesmo, a terceira garrafa. Não mais peço ajuda à namorada. Sorvo, deliciado, duas taças consecutivas de vinho. Agora, tenho certeza: Este queijo safado está me espreitando, com estas suas “olhaduras”. Mas deixa para lá! Queijos são queijos e não lhes devo nenhuma satisfação, afinal paguei por ele(s) tudo que me foi pedido, no caixa da delicatessen. E a única coisa que me importa neste momento são seus buracos (olhaduras).

Quarta garrafa! A música, agora, é quase inaudível. Sequer acho a taça na qual, até a pouco, bebia. Pego um copo qualquer, mais ao alcance da mão, agora um tanto insegura. Encho-o. Melhor, transbordo-o. Grande parte do vinho molha a toalha da mesa, limpinha e nova em folha.

Mas, repito, vocês não têm, mesmo, nada a ver com isso!...

Outra vez aquele barulho ao lado seguido, agora, de um estranho som, parecido com o de um motor de carro, que parte em louca disparada. Talvez meu vizinho maluco que, às vezes, inventa de sair pela madrugada afora.

Tento concentrar-me nos buracos. Mais um copo. Melhor, meio. Outra vez a toalha molhada!

Por fim começo uma linha de raciocínio meio complicada, mas verdadeira: Queijos têm buracos. Buracos ocupam espaços que seriam ocupados por mais queijo. Ora, se os buracos ocupam os espaços onde era pra ter queijo, isso que dizer que quanto mais buracos nos queijos, menos queijo. Meus pensamentos vêm em profusão. Confusos. Tenho que continuar com meu raciocínio.

Ora, partindo da premissa anterior de que queijos têm buracos e de que quanto mais buraco menos queijo, chego triunfalmente à triste conclusão de que mais queijo, mais buracos, então, QUANTO MAIS QUEIJO, MENOS QUEIJO(?)!

Decido parar o raciocínio ou melhor dizendo, já não raciocino mais. Lembro-me que a namorada, impaciente e resmungona, me espera no quarto ao lado. Levanto-me, trôpego. Apago a luz da sala e dirijo-me à minha alcova.

Não há mais ninguém lá!... Os barulhos que não entendi, inclusive o do carro saindo em disparada, era ela, aborrecida por não ter recebido a devida atenção. Deito-me triste e solitário. Mas não sem antes, num espasmo de pensamento, entender que queijos suíços são gostosos, mas dão enorme prejuízo!

Afinal você paga caro para “comer buracos”, requer uma despesa adicional com o vinho e ainda pode te levar a perder a namorada.

Por isso decidi: NUNCA MAIS COMO QUEIJOS SUÍCOS!

Mas, e quanto ao vinho?, perguntarão vocês, meus caros leitores.

Bom, sobre o vinho, sei lá!... O vinho?... vinho... hum... vinho...

O que é, mesmo, que vocês têm a ver com isso?!...

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Uma negociação PERFEITA!

Bill Gates, dono da Microsoft. O homem mais rico(?) do mundo! 

Certo dia um pai chamou seu jovem filho e disse-lhe que teria arranjado a esposa ideal para ele. O filho, de imediato, retrucou, dizendo-se ainda muito jovem para casar e que, mesmo que já estivesse na idade dita ideal para tanto (existe isso?), seria ele próprio que escolheria a sua futura esposa.

Sem perder a confiança o pai zeloso informou:

-Mas, filho, esta moça que escolhi para você é filha do Bill Gates!...
Esperto, e já interessado, o garotão concordou. Foi o pai, então, ter uma entrevista com o próprio Bill Gates, dizendo-lhe que teria o marido ideal para sua filha. Este, por sua vez, argumentou que sua filha era, ainda, muito jovem para contrair matrimônio. Ao que o pai, categoricamente, afirmou:

-Mas o futuro marido de sua filha também é ainda muito jovem e já é Vice-Presidente do Banco Mundial!

Nada besta, Bill Gates, concordou. Foi, então, o pai, até o Presidente do Banco Mundial, dizendo-lhe que teria uma indicação do homem perfeito para ocupar a Vice-Presidência daquele banco.

De imediato, o Presidente descartou, dizendo que já tinha inúmeros Vice-Presidentes, mais até do que talvez fosse necessário; ao que o pai contra-argumentou:

-Mas ele é genro do Bill Gates!...

Claro que os esforços de negociação do pai foram compensados e seu filho, nomeado Vice-Presidente do Banco Mundial, pode, hoje, até nem casar com a filha do mega empresário, se assim não lhe aprouver, mas dessa pequena história podemos tirar uma belíssima conclusão:

Não existe negociação nenhuma que não possa chegar a bom termo. Tudo depende da estratégia que você usa!

A propósito: EU sou filho (bastardo e renegado, é verdade, mas filho!...) do Barack Obama e interessado em gatinhas novas, bonitas e inteligentes para relacionamento puramente sexual, sem casamento (Blergh!) e sem porra nenhuma de Bill Gates nem Banco Mundial, pelo meio.

Alguém aí se habilita?

>>Esta historinha é uma livre adaptação de um e-mail que me foi enviado por meu amigo Cristiano Alves, a quem agradeço.<<


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